textos que você vai gostar de conhecer

Meu primeiro artigo acadêmico, ainda na graduação, resultado da pesquisa de iniciação científica: “A composição coreográfica de Pina Bausch”, Nirvana Marinho, 1997

Quando da experiência com o Acervo Mariposa, mais sobre curadoria educativa fez parte do modo de entender e ver o mundo das relações culturais: “Curadoria educativo como processo artístico”, Nirvana Marinho, 2014; site para acesso

Quando depois do doutorado, pude entender mais madura como o trabalho de Lia Rodrigues influenciou meu olhar sobre corpo e política: “Aquilo de que somos feitos, ação política”, Nirvana Marinho, 2011

Da experiência artístico-pedagógica, o Vocacional foi uma escola de “ensinares e aprendizes”, “Política da amizade como pedagogia“, Nirvana Marinho, 2011

Quando ainda não tinha muita percepção de que as imagens faziam parte do meu interesse na história da dança, “Tornando (mais) política a imagem da dança”, Nirvana Marinho, 2008

Recente, fevereiro de 2020, o grato convite para o IX Simpósio Reflexões Cênicas Contemporâneas de 11 a 14 de Fevereiro de 2020, iniciativa do LUME, com a fala ““Instáveis, híbridos e temporários gestos da história das artes da cena”, Nirvana Marinho 2020

Quando tive total noção da relação imagem e história, “Por uma história das artes da cena: Warburg e Corpo Pathosformel”, Nirvana Marinho, 2019

Quando curadoria e história se entrelaçam no gesto performativo, “Historiografias em dança, atual e contíguo“, Nirvana Marinho, 2018 – na ocasião do Encontro de Historiografias em dança iniciativa do SESC Nacional em meados de agosto de 2018

Onde toda a pesquisa fez e continua fazendo sempre sentido, “O gesto na dança contemporânea”, Lições de Dança, Nirvana Marinho, 2005

Onde minha história com curadoria começou de fato, “Cartografia Rumos Dança”, texto Nirvana Marinho, 2002

Quando, após o Acervo Mariposa, o Cartografia de ficções, o Ação Vizinhas foi um berço de novas ideias, “Memórias como experiência política”, Nirvana Marinho, 2016

Quando aprendi com os coletivos, quando o fazer político da dança no Brasil era puro engajamento, quando a produção efervecia no exercício ético de estar juntos, “Coletivos de dança“, Temas para dança Brasileira, Nirvana Marinho, 2010

Em recente (setembro 2019) convite, a carta memorial que fiz a Jorge Alencar e Neto Machado (Dançar o tempo, 2019, SESC 24 maio) é um tributo a coletividade, a colaboração e aos processos de criação com afeto

No doutorado, completamente envolvida com as mídias do corpo, “Sampliando mídias através do corpo”, Humus 1, 2004

Quando percebi que precisava e queria conversar com outros públicos e estive no Seminários de Dança de Joinville para apresentar “Binômio técnica-criação”, Nirvana Marinho, 2008

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